tenho sentido uma vontade de desaparecer do mundo, todos os dias.
uma vontade que deve ser parecida com a do meu último amigo que resolveu morrer.
mas ao mesmo tempo, tenho medo da morte. tenho medo da dor.
e me questiono : que dor seria pior ? a de agora, ou a que iria sofrer minutos antes de parar de senti-la ?
eu queria uma morte silenciosa, sem muita dor, sem muita aflição.
pensei em veneno. alguma coisa que matasse sem muita dor.
penso em morrer todos os dias, desde o momento em que acordo, até o momento que volto a dormir.
eu imagino a dor que iria causar nos amigos que vivos permaneceriam.
imagino a dor que causaria nos meus pais. talvez não tanto na minha mãe.
eu deixaria vivo e só o homem da minha vida.
eu deixaria sobrinhos e cunhados.
deixaria uma madrasta e um irmão mais novo.
mas eu deixaria também a minha dor silenciosa que fnijo não ter todos os dias.
ao mesmo tempo quero morrer, ao mesmo tempo quero viver.
agora, nesse exato momento,
quero muito morrer.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
talk a lot
foram muito mais do que seis mil cento e sessenta e oito palavras.
muito mais.
você nem sabe o quanto já falamos.
nada fizemos.
muito mais.
você nem sabe o quanto já falamos.
nada fizemos.
Palavras de um autor desconhecido.
Estou meio pálida.
Às vezes me sinto um pouco dormente. Como se houvesse uma anestesia louca circulando pelas veias do meu corpo.
Resolvi nomear as coisas que escrevo por ' devaneios ', e assim vou escrevendo.
Hoje eu decidi que falaria um pouco sobre as coisas que tenho prazer de fazer/sentir/ver na vida.
Eu poderia começar isso falando sobre o óbvio, mas não gosto de coisas óbvias.
Um dos meus maiores prazeres é esse : coisas bem-pouco-óbvias.
Uma coisa que eu não gosto é a parte não-óbvia que é chata. Por exemplo, uma traição. Seja ela de onde vier. Traição não é uma coisa óbvia, e por mais que saibamos que não devemos confiar nas pessoas, essa é a minha maior fraqueza, eu confio. Então pra mim, traição é uma coisa bastante não-óbvia. E essa é a parte que eu não gosto.
Mas fora isso, acho que curto todas as outras coisas não-óbvias.
Eu curto o barulho que as páginas das revistas fazem quando são passadas uma por uma.
Gosto do silêncio que se tem depois do almoço na casa dos avós, e da voz mansa e serena que a vó tem enquanto conta coisas do passado.
Eu gosto do prazer que sinto quando minha bexiga está se esvaziando. E dependendo do tempo que ela esteve cheia, parece que alguns pensamentos negativos vão pra descarga junto com meu xixi.
Gosto muito da brisa do mar pela madrugada batendo no rosto, no corpo. Eu gosto de ficar chapada e sentir os poros bem mais sensíveis.
Eu gosto do som ensurdecedor que as cigarras fazem quando vai chegando umas 16h. Não sei, mas sinto como se fosse necessário aquele barulho pra me tirar o som do mundo ao meu redor.
Eu gosto muito de escutar explicações. Principalmente quando elas são do meu interesse. Gente se desculpando, gente tentando ser melhor.
Tenho um prazer imenso de estalar os dedos das mãos como se estivesse quebrando os ossos.
Gosto de enfiar as mãos em sacos gigantes de grãos na feira. A sensação dos grãos passando entre os dedos é deliciosa.
Morro de prazer quando enfiam os dedos na minha nuca e puxam o meu cabelo de leve, num ato de carinho.
Eu gosto de coisas auto-explicativas também.
Gosto de abacaxi, a fruta.
Maracujá, o suco.
Melancia, a fruta e o suco.
Gosto de pintar os olhos com todas as cores da aquarela.
Acho maravilhoso acordar de madrugada e ter o amor ao lado. Dar um beijinho, fazer um carinho, e voltar a dormir, tranquilo, em paz.
Eu prefiro mil vezes a palavra 'orar' do que a palavra 'rezar'.
Gosto de lavar os pés antes de dormir, mesmo que tenha acabado de tomar banho.
O cheiro do natal é um cheiro que só eu e um outro amigo meu sabemos. Só e eu ele entendemos. Tenho prazer de sair pelas ruas e sentir esse cheiro.
Gosto do cheiro do cigarro quando usam um fósforo para acendê-lo. Só o primeiro cheiro.
É bom quando vejo um flanelinha se 'benzendo' ao receber meros cinco centavos no sinal.
Gosto de comer batatas fritas com mostarda.
Durmo pelada. Roupas me incomodam. Sempre. Mas na maioria das vezes preciso estar vestida.
Eu gosto da combinação de ' life sucks'. Sei lá, são palavras que parece que foram feitas uma pra outra, elas são perfeitamente cheias de sintonia.
Gosto de números pares.
Novembro é e sempre será o mês mais doce de todos. E não, não se trata do filme... apenas.
Eu gosto dos cheiros. Cheiros das pessoas. Sem perfume.
Pele.
Carne.
Não gosto de sangue.
Não gosto de sujeira.
Gosto de mendigos sábios.
Fora de casa eu prefiro os sabonetes líquidos.
( Me identifico com esse texto )
Às vezes me sinto um pouco dormente. Como se houvesse uma anestesia louca circulando pelas veias do meu corpo.
Resolvi nomear as coisas que escrevo por ' devaneios ', e assim vou escrevendo.
Hoje eu decidi que falaria um pouco sobre as coisas que tenho prazer de fazer/sentir/ver na vida.
Eu poderia começar isso falando sobre o óbvio, mas não gosto de coisas óbvias.
Um dos meus maiores prazeres é esse : coisas bem-pouco-óbvias.
Uma coisa que eu não gosto é a parte não-óbvia que é chata. Por exemplo, uma traição. Seja ela de onde vier. Traição não é uma coisa óbvia, e por mais que saibamos que não devemos confiar nas pessoas, essa é a minha maior fraqueza, eu confio. Então pra mim, traição é uma coisa bastante não-óbvia. E essa é a parte que eu não gosto.
Mas fora isso, acho que curto todas as outras coisas não-óbvias.
Eu curto o barulho que as páginas das revistas fazem quando são passadas uma por uma.
Gosto do silêncio que se tem depois do almoço na casa dos avós, e da voz mansa e serena que a vó tem enquanto conta coisas do passado.
Eu gosto do prazer que sinto quando minha bexiga está se esvaziando. E dependendo do tempo que ela esteve cheia, parece que alguns pensamentos negativos vão pra descarga junto com meu xixi.
Gosto muito da brisa do mar pela madrugada batendo no rosto, no corpo. Eu gosto de ficar chapada e sentir os poros bem mais sensíveis.
Eu gosto do som ensurdecedor que as cigarras fazem quando vai chegando umas 16h. Não sei, mas sinto como se fosse necessário aquele barulho pra me tirar o som do mundo ao meu redor.
Eu gosto muito de escutar explicações. Principalmente quando elas são do meu interesse. Gente se desculpando, gente tentando ser melhor.
Tenho um prazer imenso de estalar os dedos das mãos como se estivesse quebrando os ossos.
Gosto de enfiar as mãos em sacos gigantes de grãos na feira. A sensação dos grãos passando entre os dedos é deliciosa.
Morro de prazer quando enfiam os dedos na minha nuca e puxam o meu cabelo de leve, num ato de carinho.
Eu gosto de coisas auto-explicativas também.
Gosto de abacaxi, a fruta.
Maracujá, o suco.
Melancia, a fruta e o suco.
Gosto de pintar os olhos com todas as cores da aquarela.
Acho maravilhoso acordar de madrugada e ter o amor ao lado. Dar um beijinho, fazer um carinho, e voltar a dormir, tranquilo, em paz.
Eu prefiro mil vezes a palavra 'orar' do que a palavra 'rezar'.
Gosto de lavar os pés antes de dormir, mesmo que tenha acabado de tomar banho.
O cheiro do natal é um cheiro que só eu e um outro amigo meu sabemos. Só e eu ele entendemos. Tenho prazer de sair pelas ruas e sentir esse cheiro.
Gosto do cheiro do cigarro quando usam um fósforo para acendê-lo. Só o primeiro cheiro.
É bom quando vejo um flanelinha se 'benzendo' ao receber meros cinco centavos no sinal.
Gosto de comer batatas fritas com mostarda.
Durmo pelada. Roupas me incomodam. Sempre. Mas na maioria das vezes preciso estar vestida.
Eu gosto da combinação de ' life sucks'. Sei lá, são palavras que parece que foram feitas uma pra outra, elas são perfeitamente cheias de sintonia.
Gosto de números pares.
Novembro é e sempre será o mês mais doce de todos. E não, não se trata do filme... apenas.
Eu gosto dos cheiros. Cheiros das pessoas. Sem perfume.
Pele.
Carne.
Não gosto de sangue.
Não gosto de sujeira.
Gosto de mendigos sábios.
Fora de casa eu prefiro os sabonetes líquidos.
( Me identifico com esse texto )
Devaneio, um.
Eu,
eu sou,
eu sou um,
eu sou dois,
ou até três.
Mas sou.
Sou o amor. Em carne.
Sem osso.
Eu sou o amor,
e a sombra,
da sombra.
Sou o equilíbrio. O caos.
Eu sou.
Eu.
eu sou,
eu sou um,
eu sou dois,
ou até três.
Mas sou.
Sou o amor. Em carne.
Sem osso.
Eu sou o amor,
e a sombra,
da sombra.
Sou o equilíbrio. O caos.
Eu sou.
Eu.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Você continua me rodeando, e eu sempre acho que você está atrás da porta.
E eu gostaria de tirar todas as perguntas da minha cabeça.
Se os seus olhos fechassem antes dos meus?
Tenho vontade de te falar que eu estou caindo fora. Eu não quero estar dentro disso.
Eu posso ser qualquer coisa que eu vejo. Eu posso fazer qualquer coisa que eu queira.
E agora, bem agora, eu quero cair fora.
E eu posso ser tudo o que eu falo.
E nós, bom, nós, a única coisa que podemos fazer é respirar.
Agora, preste atenção, estou caindo fora e você terá que suportar.
Mas se você estiver caindo, bom, eu vou te pegar.
E se você precisar de uma luz, eu vou arrumar um jeito de te iluminar, simplesmente porque eu gosto da maneira que você costumava me dizer ‘ bom dia’.
E você sempre me aceitou do jeito que eu sou.
Lembro bem do dia que você perdeu completamente a sua cabeça, e eu tentei te acalmar.
Eu quero cair fora.
Antes que eu perca completamente a cabeça.
E eu gostaria de tirar todas as perguntas da minha cabeça.
Se os seus olhos fechassem antes dos meus?
Tenho vontade de te falar que eu estou caindo fora. Eu não quero estar dentro disso.
Eu posso ser qualquer coisa que eu vejo. Eu posso fazer qualquer coisa que eu queira.
E agora, bem agora, eu quero cair fora.
E eu posso ser tudo o que eu falo.
E nós, bom, nós, a única coisa que podemos fazer é respirar.
Agora, preste atenção, estou caindo fora e você terá que suportar.
Mas se você estiver caindo, bom, eu vou te pegar.
E se você precisar de uma luz, eu vou arrumar um jeito de te iluminar, simplesmente porque eu gosto da maneira que você costumava me dizer ‘ bom dia’.
E você sempre me aceitou do jeito que eu sou.
Lembro bem do dia que você perdeu completamente a sua cabeça, e eu tentei te acalmar.
Eu quero cair fora.
Antes que eu perca completamente a cabeça.
Você me vem com essa conversa toda de uma hora pra outra dizendo que me quer e que é muito. Que eu entrei na sua cabeça e que de vez em quando apareço nos seus atos, sem querer.
Toda essa história de que a distância não existe e que o amor só é bonito se for bem triste é bla bla bla e eu preciso te falar que não é de amor que estou falando agora.
É de vontade. Vontade de tocar, beijar, cheirar e ser e estar. E deixar estar. Em mim.
O que você quer saber sobre mim? Eu posso deixar que você me conheça, dos pés a cabeça, do início ao fim. Conheça meu silêncio e me faça gritar. Quero que me faça calar e me faça, quem sabe, talvez, amar.
Mas de amor, eu já te falei. Você sabe.
Meu perfume é doce e quero que sinta. Na tua boca, na língua, o gosto amargo. Não sei se você sabe, mas no final, todos os perfumes são amargos quando provados de verdade.
Mas o meu cheiro você vai ter, espalhado nas roupas, nos seus braços, em meio aos nossos abraços.
Eu quero que me diga de novo que me quer e que dessa vez não suma. Não corra. Não me diga um não sequer, por medo de sei lá o quê.
Eu não vou te confundir mais. Ou pelo menos eu vou tentar não fazer isso...
Fala que me quer só mais uma vez. E fica. Aqui. Aí. Na puta que pariu. Fica comigo.
Toda essa história de que a distância não existe e que o amor só é bonito se for bem triste é bla bla bla e eu preciso te falar que não é de amor que estou falando agora.
É de vontade. Vontade de tocar, beijar, cheirar e ser e estar. E deixar estar. Em mim.
O que você quer saber sobre mim? Eu posso deixar que você me conheça, dos pés a cabeça, do início ao fim. Conheça meu silêncio e me faça gritar. Quero que me faça calar e me faça, quem sabe, talvez, amar.
Mas de amor, eu já te falei. Você sabe.
Meu perfume é doce e quero que sinta. Na tua boca, na língua, o gosto amargo. Não sei se você sabe, mas no final, todos os perfumes são amargos quando provados de verdade.
Mas o meu cheiro você vai ter, espalhado nas roupas, nos seus braços, em meio aos nossos abraços.
Eu quero que me diga de novo que me quer e que dessa vez não suma. Não corra. Não me diga um não sequer, por medo de sei lá o quê.
Eu não vou te confundir mais. Ou pelo menos eu vou tentar não fazer isso...
Fala que me quer só mais uma vez. E fica. Aqui. Aí. Na puta que pariu. Fica comigo.
Teto de vidro
Lindos, atentem ao que irei lhes dizer : Somos livres.
Viver é maravilhoso e se torna melhor ainda quando acreditamos de verdade que viver ultrapassa qualquer entendimento, já diria a Lispector. Viver é muito bom quando acreditamos que somos livres e que podemos escolher o caminho que seguiremos.
Nessa vida, não há ninguém, ninguém mesmo que possa te dizer “ Você não pode fazer isso.”, ao menos que vc tenha idade insuficiente pra saber o que é bom ou o que é ruim – e isso depende muito do seu conceito quando você já é adulto – o que é certo, e o que é errado.
As leis que devem ser seguidas é você quem cria, é você que as vive.
Cada um é dono de si. A carne que cola nos teus ossos, é a sua e de mais ninguém. O sangue que corre nas tuas veias é seu e de mais ninguém. Você é o descontrole dos controles que escolhe ter.
Você é o controle de todo o descontrole que te rodeia.
Filhos, existe um poder acima de nós, alguns chamam de Pai, outros chamam de Deus, mas eu preciso dizer a vocês apenas que lembro muito bem quando esse poder me disse : Faz o que tu queres, -e não, não foi Cazuza dessa vez.
Somos livres e escolhemos o que seguir. Sabemos muito bem quais são os nossos pecados e pedimos perdão por eles – quando assim acharmos que devemos fazer.
A faca serve pro pão, pra carne. A faca serve pro pulso. Isso quem escolhe é você. Pra quê você quer a faca?
A cabeça que está acima de todo o corpo, e os pés, seus e de mais ninguém, é que sofrerão por cada escolha errada tua. E se for erro ou não, só você saberá.
Ninguém poderá te dizer “ Você errou.”.
Afinal, até onde vale escutar os outros? Até onde vale seguir a lei moral da vida pessoal do outro? Vida é vida e cada um tem a sua. Isso soa um pouco clichê, mas parece que depois de tantos anos, de tantas mudanças, muita gente ainda não aprendeu isso.
Você não tem controle da vida de ninguém.
Esses são os problemas que sofremos por colocarmos poder nas mãos de humanos, tão humanos quanto nós, que erram. E que raramente acertam, como nós. Esses são os problemas que temos que enfrentar quando deixamos alguénzinho de merda achar que pode ter controle dos nossos descontroles.
“ Deixe que aquele entre nós que não tem pecado, seja o primeiro a condenar”
Viver é maravilhoso e se torna melhor ainda quando acreditamos de verdade que viver ultrapassa qualquer entendimento, já diria a Lispector. Viver é muito bom quando acreditamos que somos livres e que podemos escolher o caminho que seguiremos.
Nessa vida, não há ninguém, ninguém mesmo que possa te dizer “ Você não pode fazer isso.”, ao menos que vc tenha idade insuficiente pra saber o que é bom ou o que é ruim – e isso depende muito do seu conceito quando você já é adulto – o que é certo, e o que é errado.
As leis que devem ser seguidas é você quem cria, é você que as vive.
Cada um é dono de si. A carne que cola nos teus ossos, é a sua e de mais ninguém. O sangue que corre nas tuas veias é seu e de mais ninguém. Você é o descontrole dos controles que escolhe ter.
Você é o controle de todo o descontrole que te rodeia.
Filhos, existe um poder acima de nós, alguns chamam de Pai, outros chamam de Deus, mas eu preciso dizer a vocês apenas que lembro muito bem quando esse poder me disse : Faz o que tu queres, -e não, não foi Cazuza dessa vez.
Somos livres e escolhemos o que seguir. Sabemos muito bem quais são os nossos pecados e pedimos perdão por eles – quando assim acharmos que devemos fazer.
A faca serve pro pão, pra carne. A faca serve pro pulso. Isso quem escolhe é você. Pra quê você quer a faca?
A cabeça que está acima de todo o corpo, e os pés, seus e de mais ninguém, é que sofrerão por cada escolha errada tua. E se for erro ou não, só você saberá.
Ninguém poderá te dizer “ Você errou.”.
Afinal, até onde vale escutar os outros? Até onde vale seguir a lei moral da vida pessoal do outro? Vida é vida e cada um tem a sua. Isso soa um pouco clichê, mas parece que depois de tantos anos, de tantas mudanças, muita gente ainda não aprendeu isso.
Você não tem controle da vida de ninguém.
Esses são os problemas que sofremos por colocarmos poder nas mãos de humanos, tão humanos quanto nós, que erram. E que raramente acertam, como nós. Esses são os problemas que temos que enfrentar quando deixamos alguénzinho de merda achar que pode ter controle dos nossos descontroles.
“ Deixe que aquele entre nós que não tem pecado, seja o primeiro a condenar”
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